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Pesquisa Jovens Talentos

A experiência de estágio não é um evento. É uma trajetória.

​Estamos construindo o primeiro estudo longitudinal do Brasil para medir a experiência real de estágio ao longo do tempo — não apenas uma “foto” isolada.

Resposta anônima. Uso exclusivamente estatístico.

Infográfico de resultados da Pesquisa Jovens Talentos

Por que o modelo tradicional falha ao medir estágio?

O Modelo Tradicional

Pesquisas pontuais tratam a experiência como uma "foto estática" ou uma percepção isolada.

A Realidade Comportamental

Estudos em comportamento organizacional demonstram que experiências sustentáveis não emergem de fatores isolados.

A satisfação real nasce da combinação progressiva de condições atendidas ao longo do tempo. O jovem não avalia autonomia plena ou performance madura. Ele avalia se entende seu papel, se se sente seguro para aprender e se percebe evolução real.

Quem conduz o estudo?

Um estudo aplicado conduzido por Kiko Campos em colaboração com a Academia do Universitário (AU) para mapear práticas reais de estágio e gerar recomendações práticas para RH e lideranças.

O Princípio Metodológico Central: A Hierarquia

Oracional hierárquico (baseado no modelo Q12 e CRS-15) organiza o engajamento em camadas cumulativas.

Engajamento e Recomendação

Desenvolvimento

Fatores Relacionais

Fatores Básicos

Não existe experiência positiva avançada sem base mínima atendida. atendida. Falhas iniciais de clareza comprometem toda a trajetória.

As 4 Bases da Experiência de Estágio

4)

BASE 4: SÍNTESE DA EXPERIÊNCIA

A Pergunta: "Isso valeu a pena - para mim e para outros?"

3)

BASE 3: DESENVOLVIMENTO E CRESCIMENTO

A Pergunta: "Estou evoluindo ou apenas executando tarefas?"

2)

BASE 2: SUPORTE, LIDERANÇA E RELAÇÃO

A Pergunta: "Eu sou visto, apoiado e orientado?"

1)

BASE 1: SEGURANÇA E CLAREZA

A Pergunta: "Eu consigo funcionar e aprender neste estágio?"

De Evento Operacional para Estratégia de Carreira

Rigor

Modelo equivalente ao Q12/Maslow.

Comparabilidade

Métricas padronizadas.

Ação

Diagnóstico causal (não apenas descritivo).

Esta metodologia permite que a organização meça sua capacidade real de converter potencial jovem em aprendizado, engajamento e base de carreira.

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Contribua para transformar a experiência de estágio no Brasil.

Resposta anônima. Dados analisados em agregado. Uso exclusivamente estatístico.

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